O próximo passo: serviços profissionais orientados por agentes de IA.

10 de março 2025

News 2

Nos últimos 4 meses tenho me dedicado aos estudos e implementações de como as atuais ferramentas de IA Generativa podem entregar eficiência operacional para as empresas.

Enquanto algumas pessoas acham que a IA é o futuro, mal sabem elas que já é realidade e está avançando muito rápido.

Encontrei alguns conteúdos sobre como os modelos de softwares (software-as-a-service), SaaS tradicional, estão migrando para o SaaS 2.0 ou o Service as a Software, um novo paradigma. Recomento a leitura do artigo: “A New Frontier: Service-as-a-Software, powered bu AI Agents” do Dan NGuyen-Huu, Sócio da DecibelVC.

Em resumo, com a ajuda dos agentes de IA, as empresas de tecnologia tem o potencial de entregar o serviço completo, não apenas a ferramenta (Software em nuvem) para um humano cumprir as tarefas.

A chave está na capacidade de sistemas de IA de processar dados estruturados e não estruturados, dividindo tarefas complexas em etapas menores e colaborando com equipes humanas.

O resultado: centenas de Startups no formato M-SaS (Managed-Service-as-Software) sendo criadas agora! O termo também foi cunhado pelo Dan NGuyen-Huu em seu outro artigo: Introducing: The Managed-Service-as-Software (M-SaS) Startup.

Mas, tudo isso me fez refletir muito sobre como serão as estruturas das empresas na Era AI Driven. Principalmente como serão criadas as infraestruturas dentro das empresas para implementar IA Generativa com sucesso e longevidade em toda a sua operação.

Qual é o próximo passo e o que são serviços orientados por agentes de IA?

Antes, preciso explicar a evolução da tecnologia: Infra local → Nuvem → AI Driven

imagem: https://dannguyenhuu.substack.com/p/introducing-the-managed-service-as

A imagem acima ilustra a transição de um modelo de software tradicional, com licenças perpétuas e instalação local, para um modelo baseado em nuvem, com assinaturas e pagamento por uso, e finalmente para a era da IA, com modelos de precificação baseados em resultados e custos de infraestrutura baseado em uso de GPUs ou tokens para rodar os LLMs.

O próximo passo é: profissionais das empresas capacitados para utilizar ferramentas ampliadas por IA. Exemplos: chat, fluxos de trabalho e agentes de IA.

É importante deixar claro que nem tudo que contém IA Generativa é um Agente. Para ser um Agente de IA, sua principal característica é ser autônomo. Ele consegue ter acesso aos demais dados da empresa e pode até fazer pesquisas na internet. No fim, ele é uma interface que compreende texto, voz e imagens, para executar e entregar tarefas solicitadas por nós humanos.

Serviços orientados por agentes de IA

Minha hipótese mais provável sobre por onde essa transformação cognitiva está acontecendo nas empresas, é por meio de verticais ou departamentos. São áreas altamente dependentes de softwares de gestão e pessoas executando tarefas repetitivas e manuais. O que chamo de trabalho não humano. (Cornojobs para alguns)

Nos departamentos das empresas, há uma grande oportunidade de alcançar eficiência operacional, impulsionado por esses Agentes Autônomos. Para que eles sejam implementados e serem realmente eficazes e duradouros, acredito que devam ser construídos em uma estratégia vertical. Começando com os exemplos abaixo.

Desta forma, a abordagem não se trata apenas de obter conquistas iniciais, trata-se de resolver casos de uso específicos. Ao mesmo tempo, caber dentro do orçamento já existente nos departamentos das empresas.

Conclusão: O futuro é colaborativo e orientado por IA

A transformação das empresas através dos serviços orientados por agentes de IA não é apenas uma tendência tecnológica, mas uma revolução na forma como o trabalho é executado. À medida que avançamos da era do SaaS tradicional para o M-SaS, testemunhamos uma mudança fundamental na entrega de valor aos clientes e na eficiência operacional das organizações.

A implementação bem-sucedida desses agentes de IA, quando realizada de forma estratégica e vertical, tem o potencial de:

  • Reduzir significativamente custos operacionais

  • Aumentar a precisão e qualidade das entregas

  • Liberar capital humano para atividades mais estratégicas e criativas

  • Acelerar processos decisórios através de análises baseadas em dados

  • Criar vantagens competitivas sustentáveis

No entanto, é crucial entender que o sucesso dessa transformação depende da sinergia entre humanos e máquinas. Os agentes de IA não são substitutos do trabalho humano, mas sim potencializadores das capacidades profissionais. As empresas que compreenderem essa dinâmica e investirem na capacitação de suas equipes para trabalhar em conjunto com essas tecnologias estarão melhor posicionadas para prosperar nesta nova era.

Se você é uma pessoa com cargo de gestão ou liderança, acredita que essas mudanças vão demorar muito para partir do seu empregador, te convido para conhecer a mentoria AI Driven Pro.

Agora, se você é dono de empresa e acredita que este é o momento para implementar a própria infraestrutura de IA segura e privativa, conheça os serviços da AI Driven.